• Tony Da Costa

A Unidade é a Chave (Parte 6/6)

Autor: Fabien Marchand Traduzido por Tony Da Costa com a permissão do autor.


Em Unidade com o Universo.

Nos artigos que tratam de Gaia (a Terra), sua estrutura energética e as repercussões nos seres humanos, creio ter indicado elementos suficientes para provar as interdependências de nosso planeta em relação a nós mesmos e vice-versa.

Vamos ainda mais longe.

A base do Hermetismo e Alquimia está resumida neste extrato da “Tábua de Esmeralda”...


“…O que está embaixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está embaixo…”


Significando que o microcosmo é idêntico ao macrocosmo e vice-versa ...

Em suma, o infinitamente pequeno é governado pelas mesmas leis e forças assim como o infinitamente grande. O universo, assim, governa nossas células.


Do infinitamente pequeno ao infinitamente grande...

Aquele que nos governa é idêntico a nós…


Os anciãos sabiam disso.

Eles estudaram as estrelas através dessa disciplina que chamamos de astronomia, assim comem pacto delas sobre o nosso humor, nosso equilíbrio.

Eles tinham ciência de suas influências permanentes sobre os seres humanos, animais, plantas, minerais.

Curiosamente, o mundo moderno dividiu esse mesmo conhecimento ancestral em duas disciplinas.


  • De um lado, as descobertas científicas relacionadas às estrelas do universo: astronomia.

  • E do outro, as influências teóricas das estrelas do Universo sobre os seres humanos: astrologia.

Estranho, porque se nos referirmos à tábua de Hermes (ou tábua de Esmeralda), essas duas disciplinas fazem uma só.

Por que esse princípio de Unidade foi dividido? Na verdade, é bem simples…

Porque se nós, o povo, pensássemos que esse conhecimento fosse indivisível, teríamos visto a Verdade que foi escondida de nós há muito tempo.


Para a divisão da Humanidade reinar, tiveram que esconder de nós parte do ensinamento que nos permitiriam realizar-nos em nosso Eu profundo e tornarmos autônomos em nossas vidas. Quando falo de autonomia, não estou falando de ter livre-arbítrio em nossas vidas, mas sim de podermos seguir nosso caminho de encarnação.

Para esconder algo importante de alguém, basta não escondê-lo, mas, pelo contrário, colocá-lo em evidência… e atribuir-lo outra função, ou depreciá-lo em sua função, o que muitas vezes, vem de mãos dadas, a propósito.

Aqui vai um exemplo concreto.

Imagine que você descobre a Grande Pirâmide de Gizé.


O que você diria?

Sua primeira pergunta seria, sem dúvida alguma, aquela que toda criança que descobre o mundo faz: “O que é isso?” Se eu quisesse esconder de você o que realmente é a pirâmide, bastaria dizer que é uma tumba para a múmia de um faraó.


E o caso estaria resolvido.Se você “estivesse com a pulga atrás da orelha”, como diz a expressão, eu faria alguns estudos científicos, arqueológicos, com alguns desenhos bonitos e traria “fatos” que, na verdade, não são nada mais que teorias e interpretações.


Sejam bem-vindo à Matrix, este lugar onde mostramos o que queremos, onde entretemos você para que você não faça muitas perguntas, que também não pergunte muito sobre a verdade da vida, sua vida, seu caminho e seu destino.


Quando observamos, de fato, o alinhamento das pirâmides de Gizé à cintura de Orion, o alinhamento dos “corredores” de ventilação à várias estrelas, o alinhamento do Esfinge com o horizonte e, geralmente, todos com as descobertas feitas por eminentes pesquisadores (Gonthier, Bauval, Grimault, Dunn etc.), acho que pode ser acordado que os egípcios sabiam muito sobre as estrelas e o cosmos do que os egiptólogos estão dispostos a admitir.


Nem tudo pode ser o resultado do “acaso”.

Admitindo que os egípcios sabiam tanto sobre o cosmos, mas também sobre matemática, a proporção áurea, astrologia, construção e arquitetura… por que os egiptólogos fazem os egípcios passarem por uma civilização aproximativa, capaz de mediocridade com a arquitetura, e ainda extremamente rigoroso com o acabamento da escultura em pedra?

Astrologia e Astronomia são indessociavéis

Essas não são as únicas aberrações constatadas, basta assistir ao documentário “A Revelação das Pirâmides” para admiti-las. Se quisessem esconder de nós a(s) verdadeira(s) função(ões) das pirâmides, não poderiam fazê-lo de outra maneira porque, afinal, não conseguiriam esconder a grande pirâmide de Gizé. De fato, podemos ver muitos elementos astronômicos e astrológicos em todos os antigos lugares sagrados dos construtores anciãos. Existem várias razões para isso. Os anciãos nos deixaram esses traços que, sem dúvida, são mensagens simbolizadas. Por que não deixaram o conteúdo da mensagem por escrito?


A resposta é simple…

Bernard Werber a explica muito bem:

“Entre o que penso, o que quero dizer, o que acho que digo, o que digo, o que você quer ouvir, o que você ouve, o que você pensa que entende, o que você quer entender e o que você entende, existem pelo menos nove possibilidades para não nos entendermos.”

Pensamos… certo, mas pensamos com uma visão truncada da verdade. Só entendemos a verdade com a nossa realidade limitada às nossas vidas diárias, sem escalas, altitude, perspectiva e discernimento. O seu interlocutor tem sua própria percepção da realidade também, cuja qual você só sabe o que ele quer te revelar…

À condição que ele próprio não saiba qual é a realidade dele, como no caso do “falso eu ” ou “faux self”.

O diálogo será, portanto, complicado porque a parcela da mentalização intelectual será dominante, com medo de ser manipulado, usado, explorado… Os bloqueios da desconfiança e do medo influenciarão essas trocas.


Os Anciãos sabiam.

Por outro lado, se eu lhe mostrar um símbolo representando um sol, você buscará o significa disto, comparará entre outras possibilidades, mesmo com as mais loucas, e as mais sábias… e é buscando que você chegará a conclusão que de fato ele representa… o sol.

Você será obrigado a pensar, a deduzir, mas também decidir entre as hipóteses… o que você fará de maneira intuitivamente, na maioria das vezes. Linguagem simbólica, reflexão e verdade...

É neste momento quando você ressente essa intuição que você deixa a Matrix e a procissão de crenças ou de conhecimentos falsos que alguém (ou você esmo) procura fazer você “engula”. É por isso que os anciãos nos falam através do simbolismo, para nos tirar da Matriz e nos fazer explorar nossa certeza Divina, nosso eu interior, nossa intuição e alcançar nossa verdade.


Olhe e veja, ver de verdade…

Assim, é importante deixar todas as crenças de lado quando procuramos entender o que os anciãos nos ofereceram, mas também apreender o que está acontecendo atualmente no mundo e no nosso universo. Eu lhes digo, o que está acontecendo atualmente no mundo não está dissociado do nosso universo e do cosmos extenso, muito pelo contrário.


Abra seus olhos para a realidade, para a verdade.

Uma visão estreita de sua vida diária não permitirá que você compreenda o que os anciãos tinham para nos transmitir.

Gostaria que você questionasse o que escrevo aqui, para que você não “engula” meus artigos, os dados mesmo os mais factuais, o trabalho de cientistas e amadores… Faça sua própria pesquisa e prove que estou dizendo a verdade ou apenas um “parte da verdade”.


No entanto, advirto que as vezes a verdade pode ser assustadora, mas você não estará se protegendo apenas porque você se recusa a vê-la.

Prepare-se enfrentando o que te incomoda e desestabiliza.


Tudo é cíclico no Universo

Do infinitamente pequeno ao infinitamente grande, tudo é exponencial e, portanto, como a curva exponencial sempre volta ao seu início através de um colapso, o Universo faz o mesmo. Ele sempre retorna ao seu ponto de partida.


A Via Láctea é mantida por forças coerentes, campos magnéticos, movimentos, transformações materiais, combustões, reciclagem de elementos fundamentais, etc.

Todas essas forças mantêm nosso universo em um tudo estruturado. No entanto, somos minúsculos no cosmos, uma poeira minúscula em um todo imensamente grande.


Em torno do nosso universo, no cosmos, existem outros universos como o nosso.

Todos são aninhados um no outro ou interconectados.

É isso que define coerência, mas também o que chamamos de efeito borboleta: a ação em uma extremidade do planeta afeta o destino de alguém na outra extremidade.


É o mesmo nos Universos conectados, se causarmos, por várias razões, a destruição de nosso planeta, por uma guerra nuclear, por exemplo, isto teria consequências reais e talvez dramáticas pelo efeito dominó nos Universos vizinhos e no cosmos por completo, no final.

O efeito borboleta no mundo…

Ao derrubar o primeiro dominó, temos certeza de que o último da linha cairá, mesmo não sabendo quando ou por quais efeitos. O oposto também é verdadeiro: se algo semelhante acontecesse em um outro universo semelhante, sofreríamos as repercussões. Isso poderia resultar em explosões solares, ventos solares, distúrbios em nosso campo eletromagnético, etc. Gaia seria impactada, reagiria climáticamente, geologicamente, energeticamente… falando. E o último dominó da linha, nós também seríamos impactados.


Mensagem dos anciãos…

O que quero dizer, enquanto outros mais competentes do que eu estão lutando para provar isso, é que os anciãos, quem quer que sejam, nos deixaram mensagens.

Essas mensagens falam das estrelas, do cosmos, do nosso universo, da Via Láctea, dos eventos passados, mas também dos que estão por vir e, finalmente, eles falam sobre nós. Antes que possamos recepcionar esta mensagem, precisamos entender que nossa estrutura de Unidade deve existir em nós.


Caso contrário, não seremos capazes de agir juntos além da divisão que já foi orquestrada sobre nós, ao nosso redor, por outros, por séculos.


A unidade será a chave, mas desde hoje, a unidade é a chave em você… para começar.


As revelações começam…


Autor: Fabien Marchand Traduzido por Tony Da Costa com a permissão do autor.

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